'Não entendi nada', relata fã de Bom Jovi convidada a subir no palco

Publicado em 02/10/2019 por Imprensa

Pesquisas apontam que menos de 5% dos brasileiros falam inglês. A falta de domínio do idioma é uma barreira para conseguir um emprego em multinacional, conquistar uma promoção no trabalho, aproveitar melhor uma viagem ao exterior e fazer novos amigos. Pode, inclusive, atrapalhar aquele momento épico, sonhado por tanta gente, em que você fica cara a cara com um ídolo, como aconteceu com a fã brasileira que ganhou um beijo do cantor Bon Jovi e não conseguiu conversar com ele porque não sabia nada de inglês.  

A rede de escolas de idiomas, Rockfeller Language Center, surgiu com a concepção de sempre buscar a excelência no ensino de idiomas. Seu crescimento rápido permitiu que, em 2006, a escola abrisse sua primeira franquia, e, em 2008, fosse oficialmente implementado seu modelo de negócios como franqueadora, levando unidades Rockfeller para todo o Brasil.

Com uma visão do ensino de idiomas que inicia com uma metodologia exclusiva e comprovadamente eficaz dentro de salas de aula, mas transcende para o aprendizado na vida real, a Rockfeller prepara crianças, jovens e adultos para as oportunidades do mundo que apenas quem é fluente em inglês pode aproveitar.

Com o método da sala de aula invertida, a rede também permite que os alunos consigam atingir um nível avançado de inglês em apenas dois anos e meio. Como funciona? O aluno é protagonista do seu aprendizado desde o início da aula. “As aulas são menos expositivas e mais participativas, ou seja, fogem daquele modelo de o professor falar, o aluno ouvir e fazer as suas atividades de forma passiva dentro e fora da sala de aula. Nessa metodologia, o estudante ‘tem a aula fora da sala’ e chega com todo o conteúdo pronto para colocar em prática com o professor. Ele passa a ser o protagonista do curso”, diz André Belz, diretor da Rockfeller Language Center.

O preparo antecipado do aluno é feito com um amplo material didático que a rede dispõe: textos, áudios, vídeos, games, entre outros. “Quando o aluno chega com um conhecimento prévio na sala de aula, o seu aproveitamento aumenta e, consequentemente, o aprendizado é mais rápido”, esclarece o executivo.

Segundo o empresário, que participou da criação da metodologia de ensino da Rockfeller Language Center, essa prática já vem sendo utilizada por universidades e escolas dos países desenvolvidos. “Algumas escolas brasileiras já estão aplicando esse método de ensino. Desconheço, no entanto, esta prática nas escolas de idiomas.”

De olho no público que precisa de mais flexibilidade de horário para estudar, o diretor afirma que a rede está investindo em cursos a distância. Na modalidade Duo, o aluno estuda onde quiser e, a cada 15 dias e quatro aulas completadas na plataforma on-line Rockfeller Play, ele agenda uma aula presencial de conversação na escola pelo aplicativo My Rockfeller

A outra modalidade é a On Demand, que é presencial, mas não há turmas. O estudante faz o curso sozinho por meio da plataforma Rockfeller Play nos RockSpots – espaços modernos com vários computadores onde ele também pode agendar suas aulas pelo aplicativo My Rockfeller, nos dias e horários que desejar. Durante toda a aula ele conta com o auxílio de um tutor.

“Ele vai acessar o nosso sistema, que é totalmente interativo, e estudar todo o conteúdo sozinho. Quando precisar fazer exercícios como o face to face, que é a essência da metodologia da rede, que é inteiramente voltada para a conversação, por exemplo, o software será o seu parceiro. O aluno escolhe se quer ser o primeiro ou segundo participante e iniciará o diálogo. O software tem uma validação mínima de pronúncia em cada atividade. Se o estudante não estiver falando o idioma corretamente, ele pedirá para o aluno repetir a atividade até chegar à pronúncia correta. Se tudo estiver indo bem, a aula vai fluindo até chegar ao final”, explica o diretor.

Atualmente, são atendidos quase 10 mil alunos na rede de ensino, em 47 unidades. A expectativa é fechar 2019 com 70 pontos e em três anos alcançar uma centena. Em 2017, a rede faturou R$ 28,300 milhões, em 2018 foi R$ 31 milhões e a previsão até o final de 2019 é entre 33 e 34 milhões. 

Aos interessados em abrir uma franquia, o plano de expansão da Rockfeller é para todo o país, um diferencial em relação a grandes redes que já preencheram seus espaços.

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Palavras-chaves: Franquias de idiomas , Franquias de educação , Rockfeller Brasil