Apenas 9% das mulheres pretendem gastar mais com produtos de beleza em 2016

Publicado em 28/04/2016 por Imprensa

Serviço de assinatura e experimentação Glambox entrevistou 4.321 mulheres em todo o País

O mercado de beleza, apesar de mais resiliente, também sofrerá (e já sofre) com os efeitos da crise econômica. O serviço de assinatura e experimentação Glambox chegou a essa conclusão após entrevistar 4.321 mulheres, num universo 20 mil cadastradas no serviço. A pesquisa Beauty Plan 2016, desenvolvida pela área de Beauty Intelligence da Glambox, é realizada pela primeira vez no Brasil. Com 11 perguntas, o questionário online foi aplicado de 25 de novembro de 2015 a 4 de janeiro de 2016.


“Queríamos entender qual o Beauty Plan de nossas assinantes e conhecer a sua cesta básica de beleza. Os resultados foram interessantes e poderão ser usados pelas marcas para o planejamento de ações de marketing no futuro. Além disso, demonstra que mesmo com a crise, existem certos cuidados dos quais as mulheres não abrem mão. A pele do rosto é um exemplo”, afirmou Flora Singer, diretora comercial da Glambox.


Em relação à faixa etária das entrevistadas, 37% das mulheres têm de 26 a 32 anos, enquanto 35% delas têm entre 19 e 25 anos; 22%, de 33 a 45 anos; 3%, até 18 anos; e 3%, mais de 45 anos. Já sobre a renda familiar, 34% das entrevistadas têm renda familiar entre R$ 2.001 e R$ 5 mil, enquanto 31% delas têm entre R$ 5.001 e R$ 10 mil; 14%, de R$ 10.001 a R$ 15 mil; 12%, até R$ 2 mil; e 9% mais de R$ 15.001. Sobre a região do País, 61% das Glamgirls ouvidas na pesquisa estão no Sudeste, contra 18% da região Sul; 11%, no Nordeste, 8%, no Centro-Oeste; e 2%, no Norte do Brasil.


Valor mensal


Quando perguntadas sobre o valor mensal gasto com produtos de beleza, sem contabilizar gastos com serviços e procedimentos, 60% afirma ter gasto entre R$ 51 e R$ 200 em 2015. Ao serem perguntadas sobre o plano de gasto para 2016, 9% responderam que pretendem aumentar os gastos, enquanto 52% pretende manter, contra 24%, que irão diminuir o valor mensal. 


Ainda sobre o gasto, 46% responderam que pretendem comprar somente o essencial, contra 18% que pretende pesquisar mais sobre promoções. Neste caso, nenhuma delas respondeu que irão comprar marcas mais baratas para economizar.


Em relação à cesta básica de beleza, além de produtos como shampoo, condicionador e sabonete, a Glambox perguntou: Quais produtos você não deixaria de comprar? Neste quesito, 58% delas responderam que não deixarão de comprar produtos para o cuidado dos fios (como máscara, leave-in, óleos e etc); 57% das mulheres não abrirão mão de maquiagem; 56% de produtos para limpeza facial; e 51%, de perfumes. Para as assinantes, os produtos que ficariam em segundo plano são: produtos específicos para cuidados dos pés (46% das respostas), produtos para cuidados específicos como celulite, estrias e gordura localizada (45%) e produtos específicos para o cuidado das mãos (42%).


Locais de compras


A Glambox também quis saber em que locais de compras as mulheres preferem efetuar a aquisição do produto: 60% das entrevistadas afirmaram variar a comprar entre loja física e online; 15% dizem comprar principalmente em lojas físicas; 13% só faz compras em lojas físicas; 9% prefere comprar pela internet e 1% só efetua as compras pela internet, independente do prazo, produto ou preço.


Para concluir a pesquisa, o serviço de assinatura procurou saber quem são as influenciadoras dessas consumidoras: 39% responderam que confiam mais em blogs de beleza; 37%, em sites especializados; 8%, no site da própria marca; 5%, em revistas; e 2%, em programas de beleza de TV. Para 59% das mulheres ouvidas, a opinião de uma dermatologista é a mais importante. Neste caso, a importância cresce a medida que a idade e a renda aumentam. As blogueiras têm maior importância entre as meninas até 25 anos. Já as amigas são importantes influenciadoras para Glamgirls com mais de 26 anos e mulheres com a renda acima de R$ 5 mil.


“Descobrimos com a pesquisa que, mesmo com a necessidade de conter gastos, a cesta básica de beleza não é tão básica assim”, finalizou Flora.


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Palavras-chaves: Franquias , Setor de beleza , Pesquisas , Economia e Mercado